Câmera nova, pequenos “d”efeitos e o lance do olhar

Algumas imagems do fim de semana com minha nova aquisição, a “Zip Mirage”, de 3.1 Megapixels [ o software dela diz que são 4.3 ]. Procurei na rede pra saber mais sobre e o único link que consegui, com uma foto, foi este do BuscaPé, com cotação de preços e tal. Pesquisei ainda mais e nada. Acho que ela nem é tão conhecida assim. Mas, tudo bem.

Algumas pessoas me perguntam o porquê de querer câmeras com resolução mais baixa, e que não geram imagens tão perfeitas assim. O lance não é a perfeição nas imagens, mas a imperfeição. Os balanços de branco, resolução e outros fatores considerados como “defeitos” acabam criando imagens únicas e, porque não, muito bonitas. Ao invés de usar uma câmera fodona, e depois gastar um tempão no Photoshop pra deixá-la com cara de antiga, granulada, enfim, diferente do original, você com uma máquina assim, de acordo com suas configurações pode criar imagens bem bacanas já com esses efeitos. Além, claro, de poder carregar ela pra qualquer lugar. No caso da Mirage, ela é bem miudinha e cabe no bolso.

Há ainda outro porém. Muito se preocupa com a qualidade/definição das imagens em fotografia, mas o mais importante, creio eu, em fotografia, é o olhar. Ainda, o tipo de câmera depende muito do uso que vai se fazer dela.

Abaixo, as primeiras imagens da Zip na minha mão.

Quase todo mundo tem um

A vida é doce

Durante o show do Lobão, na Virada Cultural em SP, por volta de 16h30/17hrs. Mais cedo tocou, no mesmo palco, Cachorro Grande.

:D

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Uma resposta para “Câmera nova, pequenos “d”efeitos e o lance do olhar”

  1. A Vivitar PN2011, reflexões sobre as diferenças entre analógica e digital e o esvaziamento de sentido nas nossas relações cotidianas « MeinFrameR [ Gabriel Andrade ] Disse:

    [...] com uma amiga, falávamos sobre um assunto que até comentei aqui tempos atrás. Sobre a visão que as pessoas tem da fotografia. É complexo e muito amplo, pois [...]

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