Gabriel Andrade

Este blog não será mais atualizado

com 6 comentários

Comecei a blogar em janeiro de 2007. Fiz o registro no WordPress uns dois meses antes, acho. Durante conversas e navegações freqüentes sobre o tema, resolvi usar este espaço pra me expressar de alguma forma, publicar trabalhos, opiniões, minhas fotos, etc. Enfim, era uma maneira de concentrar minha produção intelectual, de aparecer e por aí vai.

O nome, como sabem, criei em 2005 ainda, quando do meu envolvimento com fotografia digital. Tinha um fotolog com o nome, até. A intenção era divulgar/criar algo relacionado com fotografia, daí toda a significação visual do nome.

Mantive com o domínio “.wordpress” até junho de 2008, quando decidi migrar pra domínio próprio. Primeiros dois meses de boa, até que numa tentativa de backup, apaguei quatro meses de postagens. Fiquei meio pra baixo, desanimado mesmo. Resultado? Uns três meses fora.

Voltei em janeiro de 2009. Mudei layout, personalizei, fiquei animado de novo e tenho postado freqüentemente. Mais até que nos anos anteriores. Gosto disso, e muito. Escrever, compartilhar, pesquisar, divulgar, opinar, conversar. É bom demais. Sério.

Se você vem sempre aqui, percebe a grande variedade de assuntos: cinema, comunicação, livros que li, fotos que fiz, opiniões diversas sobre assuntos mil. Não deixo nada de fora. Caiu na rede é peixe. Posto.

É divertido, é gostoso, é legal, interessante, serve como referência, mas acho que preciso de um tempo pra repensar o que tenho feito aqui.

Criar algo com posicionamento, objetivos e propostas diferentes, mas sempre tratando de comunicação. Sem ser chato, claro. Tou com idéias na cabeça, que já não estão mais só na cabeça e volto em breve. Se vc é leitor, deixe um comentário que quando eu voltar, mando recado.

Peço desculpas aos que vieram, leram, comentaram. O conteúdo continua aqui por um bom tempo ainda. Não se preocupem.

Valeu mesmo, galera!

Beijos pra quem é de beijos e abraços pra quem é de abraços.

Té.

Escrito por Gabriel Andrade

abril 29, 2009 em 1:39 am

Guitarras francesas deliciosas

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Katty, Marine, Louise e Anaïs.

Plasticines.

Uau!

Bicyclette

Loser

Escrito por Gabriel Andrade

abril 25, 2009 em 10:30 pm

Semelhanças

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Lara Leg's

Quase todo mundo tem um

Domingo no Ibira

Escrito por Gabriel Andrade

abril 25, 2009 em 9:54 pm

Publicado em Fotografia

Atenção, pessoal de jornalismo! Ó só que bacana

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Comentário que a Patrícia deixou no post abaixo:


Oi Gabriel, Tudo bem?

Meu nome é Patricia Perez, estou trabalhando na divulgação do 5º Concurso Universitário de Jornalismo CNN. Acredito que isso possa ser interessante para você e para os leitores do Meinframer.

As inscrições começaram no dia 24 de março e podem ser feitas até dia 29 de junho de 2009. O tema deste ano é “O uso da tecnologia no desenvolvimento social’.

A novidade de 2009 é que o estudante poderá enviar o vídeo de até 2 minutos pelo YouTube, sendo que ele poderá produzir quantas matérias quiser. O concurso é válido somente para estudantes de jornalismo.O ganhador conhecerá os estúdios da CNN International, além de ter sua matéria exibida pelo canal.

As inscrições podem ser feitas no site:
http://www.concursocnn.com.br

Acompanhe ainda as novidades no Blog:
http://www.concursocnn.com.br/2009/blog/

e fique à vontade para esclarecer quaisquer dúvidas comigo,

Obrigada pela atenção.
Patricia Perez

Valeu pelo toque, Patrícia! ;)

Bom, fica a dica. Pros estudantes de jornalismo, um ótima oportunidade de mostrar serviço. :)

Um pouco sumido daqui, mas logo logo volto.

Escrito por Gabriel Andrade

abril 23, 2009 em 6:35 pm

Um pouco de MPB

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Metal Pesado Britânico.

A guitarra e vocais mais desgraçadamente destruidores que já passaram pela face da terra.

Motörhead. Ace of Spades. Eles tão no Brasil, pro Abril Pro Rock.

Discografia completa pra baixar, AQUI.

Escrito por Gabriel Andrade

abril 21, 2009 em 9:18 pm

REC | zumbis enfurecidos de Danny Boyle e o realismo de câmera de Bruxa de Blair

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Junte um casal de idosos, um enfermeiro, uma família chinesa, um racista, uma mãe com a filha doente, uma dupla de repórteres, bombeiros e policiais, num pequeno prédio residencial em Barcelona. Os bombeiros atendem um chamado no local, onde gritos histéricos surgem do apartamento de uma senhora. A equipe de tevê grava tudo prum programa chamado “Enquanto Você Dorme”, que tem como pauta acompanhar a rotina do corpo de bombeiros.

Eles sobem até o apartamento. Encontram a velha. Coberta de sangue, ela avança num dos policiais e quase lhe arranca o pescoço. Na tentativa de socorrer o guarda, descobrem que o prédio está cercado e que ninguém, ninguém poderá sair de lá.

Pronto, eis um belo filme de terror.

rec

Esse é Rec, filme espanhol de Jaime Balagueró e Paco Plaza, de 2007, que consegue juntar num mesmo filme os zumbis enfurecidos de Danny Boyle em Extermínio, o realismo de câmera de Bruxa de Blair, e algumas pitadas de possessão demoníaca para justificar as zumbificações. Esse último detalhe, penso, caiu mal no roteiro. O mistério que causa da infecção zumbi é um dos pontos mais interessantes no gênero.

Mas, a Espanha é católica, enfim…

Há muito tempo eu não assisto a um filme tão assustador, com movimentos de câmera rápidos, roteiro bem construído (apesar da justificativa) que faz uso o de todos os clichês do gênero de uma forma arrepiante. As quedas de energia, o Estado tentando ocultar tudo de todos, a repórter que faz de tudo pela matéria, a menininha zumbi…

E olha esse vídeo, onde a produção do filme captou a reação do público durante a estréia, para usar na divulgação

e aqui, um teco do filme

Imperdível!

Escrito por Gabriel Andrade

abril 19, 2009 em 6:15 pm

É dia de feira…

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Set com algumas fotos que fiz durante a feira de sábado, aqui em Nova Serrana.

Pra ver todas, AQUI.

Escrito por Gabriel Andrade

abril 19, 2009 em 4:11 pm

Fórum de Discussão Divino

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rá!

via @ehstbr

Escrito por Gabriel Andrade

abril 18, 2009 em 6:21 pm

Publicado em Bobagens

Aula magna para os calouros da ECA-USP |

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A apresentação mais SEN-SA-CIO-NAL que eu já presenciei sobre comunicação.

É a aula magna para os calouros de comunicação da ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo). Rolou ontem, dia 16, acho. A apresentação de Luli Radfahrer, phD em Comunicação Digital e tbem professor na Universidade, é impressionante. De fazer explodir a cabeça de qualquer estudante de comunicação, calouro, ou não. Pensei em fazer algumas considerações sobre alguns pontos. Alguns até comentei por aqui há alguns dias. Mas meu tempo tá curto, e a empresa em que trabalho resolveu bloquear a internet no meu departamento. Onde trabalho? Numa empresa de comunicação.

Vê se pode?

Confiram o vídeo aí. Vale a pena cada minuto.

Té!algumas

Escrito por Gabriel Andrade

abril 17, 2009 em 6:43 pm

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senta aí e relaxa.

rascunhos

Escrito por Gabriel Andrade

abril 16, 2009 em 1:30 am

Publicado em Tudo

X-Men Origins – Wolverine | Official Video Game

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Preparem-se, fãs de Wolverine.

O bicho vai pegar!

Como se não bastasse o lançamento do quarto filme da série mutante agora em abril, o pessoal resolveu tbem lançar O JOGO! É, isso aí, agora vamos poder encarnar o Carcaju enfurecido, sair saltando e descendo o cacete pra todo lado. Confira os trailers abaixo. E confira tbem o site Uncaged, da produtora de games Raven, que tá preparando a parada toda.

Versões pra Wii, Xbox, PS, Nintendo DS, PC.

Uhuuuu!!!

Té!

Escrito por Gabriel Andrade

abril 15, 2009 em 1:49 pm

Por que o dia ainda não acabou

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é terça, chove, são 5 da tarde e ainda tem muita coisa rolar >;o)

Bob Dylan – Thunder on the Mountain

Escrito por Gabriel Andrade

abril 14, 2009 em 6:57 pm

Publicado em Música

Bergman não entende seus roteiros e Woody Allen é péssimo em gramática

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Dois trechos de “Conversas com Woody Allen”, do jornalista Eric Lax, que entrevistou o senhor Allen nos últimos quarenta anos, sobre seus filmes, idéias, influências, enfim, sobre sua vida como cineasta.

Estes dois tecos me chamaram atenção. No primeiro, o jornalista coloca um depoimento de Ingmar Bergman sobre escrever roteiros. Woody se diz intuitivo, mas mais no controle que o colega sueco. Gostei desse detalhe do Bergman. Os filmes dele são muito complexos, e esse lance de escrever sem entender, vixe, explica muita coisa. =)

[...] Escrevo meus filmes sem entender realmente o que escrevi. Então rodo o filme e eles significam alguma coisa pra mim. Mas o que eles querem dizer – isso eu só entendo de verdade depois. Muito depois. Se a minha relação com meus próprios produtos é tão estranha, é porque muitas vezes quando estou escrevendo e rodando um filme eu estou dentro de algum tipo de concha protetora. Dificilmente analiso o que estou fazendo ou por que estou fazendo. Racionalizo depois. [...]

Interessante conhecer estes detalhes sobre escritores, músicos e neste caso, cineastas. A gente sempre imagina um outro universo ao redor do cara. A idéia, o processo de escrever, tudo na cabeça dele faz sentido e ele sabe exatamente como materializar isso. E as vezes as coisas simplesmente são, sem motivos, planejamentos, etc. Ser artista, penso, é isso. Quem tem de explicar a obra, depois, são os críticos, cinéfilos e tais.

Em outro trecho do livro, Woody Allen fala sobre ser auto-didata:

[...] Conversando um pouco comigo, se você tocar em seis assuntos que estudei sozinho, vai pensar que eu sou um literato. Mas aí, de repente, você toca em em alguma coisa que qualquer moleque do colégio sabe, e como eu sou auto-didata, há uma falha no meu aprendizado e eu não sei isso. E pode ser uma coisa muito simples.

Por exemplo, minha gramática é terrível. Simplesmente terrível. Sempre fazem um volume enorme de correções na New Yorker. Estão sempre dizendo: “Você não pode dizer isso. Não é bom inglês”. E a Sandy Morse [ montadora ] está sempre corrigindo meu inglês quando escrevo uma narração. O Saul Below, quando dei as falas dele em Zelig, disse a mim: “Tudo bem se eu mudar isto aqui, né? Porque a gramática está errada”" Eu simplesmente não sei gramática nenhuma, e essa é uma coisa fundamental, que se aprende na escola. [...]

Vê só que coisa, né? Conversamos muito, eu e um amigo, sobre o lance de mitificação que existe nas artes em geral. Vemos o artista através da obra. Sem saber ao certo como se deu a produção, imaginamos mil e uma coisas. Colocamos num pedestal. O cara é um gênio, inteligentíssimo, isso, aquilo e aquiloutro. E na grande maioria, são gente como a gente, com defeitos e falhas comuns. Nunca, nunca na minha vida eu imaginaria um Woody Allen que não sabe gramática. Ele é um escritor fantástico. Cria tramas fabulosas, mas tem esse detalhezinho aí. Isso inlfuencia na obra? De jeito nenhum.

Você pode ser um escritor fantástico, mesmo tomando pau em português na escola. =)

Bom, é isso. O livro é um transatlântico de referências e histórias sobre todos os filmes de Woody. Complicado, ainda mais pra mim que conheço pouco, falar sobre. Mas, prometo deixar uns trechos legais aqui, quando os encontrar.

Té.

Escrito por Gabriel Andrade

abril 14, 2009 em 1:49 pm

The Voca People

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Parecem uns tocos de giz falantes. :) A setlist não é das melhores, mas é impressionante o que eles fazem de sons com a boca. Bem bacana.

Recebi por e-mail do Jairo.

Valeu, cara!

Escrito por Gabriel Andrade

abril 14, 2009 em 12:45 am

Publicado em Bacanices

Etiquetado com

She may look clean, but

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Lá do Ovelha.

Show! :)

Escrito por Gabriel Andrade

abril 13, 2009 em 6:54 pm

Publicado em Ad's